Futsal 8/12/2009
FUTSAL
Taça Distrital Seniores
Real Conchada – Cernache, 1-3 (2-3)
Taça Distrital Iniciados
Domus Nostra – Cernache, 9-0
Divisão de Honra Masculina [11ª Jornada]
Alqueidão – Santa Clara, 2-2
Vilaverdense – Miranda Corvo, 4-1
Real Conchada – Prodeco, 2-2
Vila Verde – Bruscos, 2-2
Cernache – Lagonense, 2-1
Miro – Oliv. Hospital, 8-4
| J | V | E | D | M | S | P | ||
| 1 | Cernache | 11 | 8 | 2 | 1 | 45 | 24 | 26 |
| 2 | Bruscos | 11 | 7 | 3 | 1 | 39 | 25 | 24 |
| 3 | Vila Verde | 11 | 6 | 2 | 3 | 37 | 22 | 20 |
| 4 | Vilaverdense | 11 | 6 | 2 | 3 | 42 | 28 | 20 |
| 5 | Real Conchada | 10 | 4 | 4 | 2 | 34 | 30 | 16 |
| 6 | Prodeco | 11 | 4 | 2 | 5 | 36 | 41 | 14 |
| 7 | Santa Clara | 10 | 4 | 1 | 5 | 30 | 34 | 13 |
| 8 | Miro | 10 | 4 | 0 | 6 | 33 | 36 | 12 |
| 9 | Lagonense | 11 | 3 | 1 | 7 | 39 | 45 | 10 |
| 10 | Alqueidão | 10 | 2 | 4 | 4 | 35 | 44 | 9 |
| 11 | Miranda Corvo | 11 | 2 | 2 | 7 | 44 | 57 | 8 |
| 12 | Oliveira Hospital | 11 | 1 | 3 | 7 | 38 | 66 | 6 |
Juvenis Masculinos [9ª Jornada]
Santa Clara – Cernache, (Adiado para 16/12 às 20h)
Real Conchada – Granja Ulmeiro, (Adiado)
Alfarelense – Norte e Soure, 3-1
| J | V | E | D | M | S | P | ||
| 1 | Cernache | 7 | 6 | 0 | 1 | 34 | 7 | 18 |
| 2 | São João | 6 | 5 | 0 | 1 | 21 | 6 | 15 |
| 3 | Santa Clara | 6 | 5 | 0 | 1 | 18 | 10 | 15 |
| 4 | Norte Soure | 8 | 3 | 0 | 5 | 12 | 26 | 9 |
| 5 | Granja Ulmeiro | 6 | 2 | 0 | 4 | 13 | 14 | 6 |
| 6 | Alfarelense | 5 | 1 | 0 | 4 | 7 | 18 | 3 |
| 7 | Real Conchada | 6 | 0 | 0 | 6 | 4 | 30 | 0 |
Iniciados Masculinos [9ª Jornada]
Domus Nostra – Santa Clara, 4-0
Norte Soure – Integrar, 8-4
Vila Verde – Académica C, 1-5
| J | V | E | D | M | S | P | ||
| 1 | Académica C | 7 | 7 | 0 | 0 | 57 | 4 | 21 |
| 2 | Domus Nostra | 7 | 5 | 0 | 2 | 24 | 13 | 15 |
| 3 | Norte e Soure | 7 | 5 | 0 | 2 | 28 | 19 | 15 |
| 4 | Vila Verde | 7 | 2 | 2 | 3 | 13 | 14 | 8 |
| 5 | Integrar | 7 | 2 | 1 | 4 | 18 | 32 | 7 |
| 6 | Ereira | 6 | 2 | 1 | 3 | 9 | 32 | 7 |
| 7 | Cernache | 7 | 1 | 1 | 5 | 11 | 35 | 4 |
| 8 | Santa Clara | 7 | 1 | 1 | 5 | 10 | 25 | 4 |
FUTEBOL
Séniores: Cernache – São Caetano, 2-2
Juvenis: Cernache – Esperança, 0-3
Iniciados: Académica B – Cernache,
Infantis: Cernache A – Condeixa B, 1-7
Infantis: Cernache B – Esperança B, 2-1
Escolas: Ança – Cernache A, 12-3
Escolas: Esperança – Cernache B, 1-2
Séniores (Taça AFC): Cernache – Vilanovense, 1-1
Infantis: Esperança B – Cernache A, 10-1
Infantis: Adémia B – Cernache B,
Escolas: Cernache A – Vigor A,
Escolas: Cernache B – Ançã,
Outros tempos… outros interesses – 12
Em Espinho a União de Cernache vence um torneio internacional.
U. CERNACHE VENCEU O V TORNEIO INTERNACIONAL DO C.A. DE ESPINHO
No último fim-de-semana em Espinho num torneio que envolveu o Clube Académico de Espinho, a equipa espanhola de Montarenos, o Grupo Desportivo do Gerês, da 1ª Divisão Distrital de Braga e ainda a União de Cernache, esta equipa sagrou-se brilhante vencedora do torneio, arrecadando ainda as taças para o melhor marcador (Tonito) e melhor guarda-redes (Valdemar). Realizando o primeiro jogo com o Gerês que derrotou por 2 a 0 a U. de Cernache acabou por vencer na final o clube organizador por 2-1.
(Diário de Coimbra de 12 de Maio de 86)
Outros tempos… outros interesses – 11
União de Cernache é campeão distrital de infantis
Afinal os miúdos de Cernache não estavam na prova para assustar os grandes — como disséramos na apresentação das equipas concorrentes ao Campeonato Distrital de Infantis — mas para os vencer. Numa prova em que as equipas da cidade tradicionalmente levam a melhor, em especial a Académica e a União de Coimbra, seria de prever que de entre elas saísse o vencedor. Militam a seu favor uma maior capacidade de recrutamento — a Académica inscreveu na prova duas equipas — e uma maior capacidade de meios técnicos e de estruturas. Tudo bem. Contrariando as premissas a resultante veio a ditar como vencedor uma equipa de aldeia de um dos Clubes distritais que às classes mais jovens tem dedicado especial interesse — a União Desportiva e Recreativa de Cernache.
Mantendo uma excelente regularidade ao longo do Campeonato os miúdos de Cernache apenas conheceram alguma quebra na ponta final quando se antevia já o desfecho da competição. Para trás tinha ficado muito trabalho feito com dedicação e esforço — dedicação dos responsáveis técnicos, Carapau e Manuel Palrilha, dedicação, também, dos pais e familiares dos miúdos que os acompanharam ao longo da prova, suprindo carências que o Clube não podia preencher, dedicação e esforço dos próprios miúdos que sentindo pela primeira vez o peso de uma camisola e quanto custa, em campo, defender o prestígio das primeiras vitórias, se galvanizaram para o êxito final. Parabéns à União de Cernache por mais um título para o seu palmarés: aos pais que souberam responder à iniciativa do Clube e estiveram ao seu lado: aos mais miúdos do futebol distrital a quem assenta bem o título de Campeão.
In Diário de Coimbra de 10/03/86
Manutenção do blog
A pedido de alguns frequentadores deste blog, iremos mantê-lo essencialmente para a divulgação dos resultados de nossas equipas de futsal, uma vez que este blog é maioritariamente visitado por amantes desta modalidade.
Procuraremos dar tais resultados no menor tempo possível após os encontros.
Entretanto, já sabe onde procurar muito mais informação do UDR Cernache: udrc.ef-offside.com
Veja o site
Com o novo site da colectividade já quase todo funcional, grande parte do conteúdo deste blog será incorporado no site e portanto gradualmente este blog será anulado ou então existirá apenas para publicação de Agenda da Semana, Resultados e Classificações.
Assim, comece a utilizar o nosso site: http://udrc.ef-offside.com
Outros tempos… outros interesses – 10
E quem, ligado ao futebol do Cernache de outros tempos, não se lembra do primeiro título distrital? Aqui fica a reportagem do Diário de Coimbra por tão importante feito, ao cabo apenas de três épocas de vida futebolística do clube:
União de Cernache: CAMPEÃO DISTRITAL DE FUTEBOL EM JUNIORES
Aconteceu este ano. Depois de 3 presenças consecutivas na fase final do distrital de juniores a União de Cernache alcança o título de campeão distrital e o direito de subir ao nacional da categoria na próxima época. Um salto difícil e, naturalmente também bastante arriscado: razões bastantes para que “Diário de Coimbra” se interessasse pelo acontecimento e estivesse junto da União de Cernache.
Conversámos com o técnico e dirigentes. Quisemos saber das dificuldades e dos riscos. Muito ouvimos. Muito registámos.
Manuel Palrilha, responsável técnico pela equipa, adiantou-nos:
“A União de Cernache é uma modesta colectividade de aldeia, perseguindo uma política desportiva que me parece a mais acertada. Assim tem dedicado maior atenção e carinho às classes mais jovens, tendo feito o aparecimento nas provas oficiais há 4 anos e, precisamente com uma equipa de Juniores. Alargou, depois, às classes de iniciados, seniores e feminina, para além das classes infantis e hoje mantém em actividade mais de uma centena de praticantes em todos os escalões etários. Este número diz bem como o fenómeno desportivo é encarado em Cernache, onde se tem procurado fazer um trabalho de base de que a conquista do título de campeão distrital de Juniores é, em certa medida o corolário lógico.”
Quando iniciou o campeonato pensou que era possível chegar a este lugar? – objectámos.
“Confesso que não. A equipa que havia feito uma boa rodagem inicial, antes de principiar a prova, começou por perder o primeiro jogo e empatar o segundo. Apesar de tudo alcançou o 2º lugar da série, o que lhe valeu o apuramento para a fase final. Nesta fase a equipa continuou a manter a sua humildade e uma grande coesão entre os seus elementos, cresceu e pôde realizar a prova sem derrotas.”
Quando se apercebeu que o título estava ao seu alcance?
“Quando o árbitro deu por concluído o último jogo”…- disse-nos sorrindo
Que espera vir a fazer no Nacional?
“Vamos trabalhar. Para já há uma montanha de problemas a resolver. Iremos encontrar muitas dificuldades, como se compreende. Continuaremos a ser uma modesta colectividade de aldeia, sem aspirações a grandes voos. A equipa vai sofrer uma sangria já que muitos elementos atingem a idade limite. Por outro lado encontraremos equipas de alto valor, com outras possibilidades e estruturas que a União de Cernache ainda não teve tempo de criar. Tiraremos, por certo, bilhete de ida e volta, mas seria trair toda a orgânica desportiva desligarmo-nos da competição.
Gostaria de acrescentar mais alguma coisa ao que já nos disse?
“Já que o permite gostaria de focar mais 2 ou 3 aspectos. Em primeiro lugar para dizer que o êxito alcançado pela União de Cernache se deve, muito especialmente, aos rapazes que se bateram no campo. Mas todo um conjunto de circunstâncias permitiu esse êxito: o trabalho anterior, o bom apoio dado pelos dirigentes, o carinho da massa associativa. O segundo aspecto para esclarecer que, pessoalmente, não me considero um técnico de futebol, nome que implica uma gama de conhecimentos de que não disponho e que infelizmente não estão ao alcance dos interessados por estes assuntos já que, em Coimbra, não abundam as hipóteses de valorização neste sector. Por último permita-me que realce o comportamento disciplinar da equipa que em três anos de presença na final – onde, naturalmente a luta atinge um maior ardor – não viu nunca nenhum dos seus elementos afastados disciplinarmente.”
A nosso lado o actual tesoureiro da Colectividade, António Matias da Santa, seguia o diálogo manifestando o desejo de intervir.
“Vai ser um ano muito difícil…” – principiou
É evidente que está a pensar como Tesoureiro – atalhámos.
“Sim como Tesoureiro. O Clube é pobre. Eu diria melhor: o clube está autenticamente em situação de falência. Depois de ter realizado no último ano obras no campo de futebol, onde empregou cerca de 600 contos e para as quais não dispunha, praticamente, de um pataco, o clube contraiu uma situação de endividamento que tem vindo, felizmente, a amortizar. Acrescentarei, no entanto, que o empenhamento da sua massa associativa, das gentes da freguesia de Cernache, a dedicação de muitos associados e o bom trabalho da gerência anterior, fizeram criar novas perspectivas. Receamos, porém, que a participação no campeonato nacional de Juniores possa constituir a derrocada de todo o trabalho anterior. Podemos, pois, correr um risco sério se não viermos a encontrar apoios para a nossa participação.”
E onde espera encontrar esses apoios?
“É difícil responder-lhe, para já. Acreditamos, todavia, na boa vontade e generosidade das pessoas de Cernache e, também, na indústria local, de quem temos, aliás, boa ajuda. Mas trata-se de uma prova verdadeiramente desgastante, já que estamos geograficamente situados num dos extremos da zona, pelo que as deslocações obrigam, sempre, a grandes percursos, incompatíveis com a modéstia dos nossos recursos.”
Vê-se que os dirigentes encaram a situação com um certo realismo – acrescentámos – mas não entende que da participação no nacional poderão advir para Cernache e para o seu União algumas vantagens?
“Falta-nos saber em que medida as vantagens se sobrepõem aos inconvenientes. É certo que o nome da nossa terra vai mais longe; que a Cernache virão equipas que praticam já um bom futebol; que aos nossos atletas proporcionaremos outros horizontes; que o historial da Colectividade ficará mais enriquecido. Mas no reverso teremos um aumento extraordinário de despesas e – o que será pior se tal vier a acontecer - uma retracção das actividades desportivas, impostas pelas exigências da participação nos nacionais. Há que lutar para tirar proveito das vantagens e diminuir os inconvenientes.”
E estão dispostos a essa luta?
“É consenso, já quase unânime desta direcção, não virar a cara à luta, sabendo de antemão que essa luta será difícil em todos os campos. Seríamos, todavia, injustos se outra atitude viéssemos a adoptar e, senão, vejamos: desmotivaríamos os atletas que ao saberem, à partida, não iriam além do distrital, não dariam o melhor do seu contributo. Desta forma não diminuiria a qualidade do futebol praticado que, por sua vez, traria cada vez menor afluência de público. Sem púbico, como é óbvio, viria a diminuição progressiva de receitas e sem estas não há colectividade que tenha possibilidades de sobreviver.
Por outro lado Cernache não se pode quedar sempre nos mesmos escalões. Procuraremos à base de experiências como esta que agora surgida fugir da mediania e, embora lentamente, sempre ir mais além para dignificação do próprio desporto, se bem que para já, e sem vaidades de qualquer espécie, é ainda neste nível o nosso enquadramento futebolístico, isto é, onde devemos situar-nos.
Como atrás referi precisamos da ajuda quanto possível desinteressada de todos, desde técnico, atletas, massa associativa, simpatizantes, amigos do Clube e organismos oficiais, pois som dessa forma poderemos ultrapassar os problemas que se nos vão deparar. Reunidos estes condicionalismos poderá encarar a União de Cernache, embora com apreensões, mas já sem tantos sobressaltos, o seu futuro.
É esta, portanto, a linha de pensamento da direcção do clube e, nomeadamente, do seu tesoureiro.”
Boa sorte, União de Cernache.
QUEM SÃO E O QUE FAZEM OS JUNIORES DE CERNACHE
João Barrico dos Santos, 18 anos, estudante.
Henrique Jorge ferreira Simões Abade, 16 anos, empregado comercial.
Vítor Manuel Coelho Bernardes, 17 anos, estudante.
Vítor Manuel Correia de Campos, 18 anos, empregado fabril.
José Augusto Amado Jesus Rodrigues, 17 anos, empregado de café.
Rui Manuel dos Santos Fontes, 17 anos, estudante.
Carlos Manuel Santos Ameixoeiro, 18 anos, marceneiro.
Amílcar Ferreira Frutuoso Monteiro, 18 anos, estudante.
Mário João Guiné Fernandes, 17 anos, estudante.
António Tenente Póvoa (Tonito), 18 anos, estudante.
Armando Eurico Alves Relvão, 18 anos, estudante.
Júlio Manuel Correia Meneses, 18 anos, servente de pedreiro.
Mário dos Santos Correia (Marito), 17 anos, serralheiro.
Eduardo Panão Eufrázio, 16 anos, estudante.
Fernando José Flório Correia Rosa (Nito), 17 anos, estudante.
Carlos Manuel Rodrigues Almeida (Carlitos), 18 anos, chaveiro.
António Manuel Cunha Simões, 18 anos, estudante.
Antnio Manuel Fernandes Pereira, 18 anos, salsicheiro.
Filipe Geraldo dos Santos Jacob, 16 anos, estudante.
In Diário de Coimbra de 08/06/79
Os primeiros… a jogar.
No próximo sábado, dia 26 de Setembro, começam os campeonatos de seniores de futebol, seniores de futsal e juvenis de futsal.
Os jogos de campeonato serão os primeiros deste novo UDRC, que começa com muitas dificuldades económicas, dadas as obras em execução no campo da Moita Santa.
Os seniores de futebol, sem campo próprio para treinar, têm andado de malas aviadas, a treinar no vizinho campo de Condeixa, condicionados pelos horários dos treinos das próprias equipas do Clube de Condeixa. Os seniores de futsal, com algumas restrições financeiras, que impediram de fazer uma pré-época à altura das expectativas da própria equipa. Os juvenis de futsal, equipa em formação, com pouco tempo de treinos, com a acomodação a uma nova realidade do clube e com vários problemas de transporte, de equipamentos, e outros.
É sem dúvida interessante dar a voz a quem lidera estes atletas e que mais do que ninguém sentiu as dificuldades iniciais, mas que com ânimo e vontade, conseguirá transpôr as dificuldades iniciais e com certeza conseguirá fazer destas nossas equipas, o orgulho das nossas cores.
ROBERTO SILVA (Treinador Seniores Futebol) – O plantel do UDRCernache, está fechado, vamos contar com 24 jogadores, e desde já, espero que a escolha tenha sido a mais correta, de uma coisa tenho certeza, do pouco tempo que estou com eles, se a capacidade dos jogadores pode ser posta em causa, em termos de vontade, carater e dedicação, posso garantir, que a vontade de ultrapassar os obstaculos é grande. A falta de experiência, pode ser um dos fatores a ter em conta, só com o decorrer do campeonato, poderemos ter uma opinião mais concreta.
Mas desde já, quero agradecer, em meu nome e em nome da direcção, a todos os jogadores, os que fazem parte do grupo, bem como aqueles que por diversos fatores, não ficaram no plantel!
ARLINDO MATOS (Treinador Seniores Futsal) – A nossa equipa iniciou a pré-época no dia 31 de Agosto, com um plantel de apenas 14 jogadores, mas reforçado em termos de qualidade, com a aposta na continuidade de grande parte dos jogadores da época passada e a entrada ou melhor reentrada, de cinco jogadores, que me deixou satisfeito, pois o grupo demonstra um espírito de união e um querer, muito acima da média.
JOSÉ FAFIÃES (Treinador Juvenis Futsal) – Com uma equipa que estava constituída desde o ano passado, penso que passado o período de adaptação ao clube, a equipa demonstrará que a formação no Cernache é uma realidade e que estamos no bom caminho.
A todos os técnicos, técnicos adjuntos, seccionistas e jogadores, a Direcção do UDRC quer agradecer, não só pela compreensão pelas diversas dificuldades existentes, como também pela lição de bem estar e de perseverança, que nos dão ânimo para continuar.
Abraço a todos e bons jogos.
A Direcção do UDRC
Programa da descida do rio
Programa da Actividade – II Descida do Rio






